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QUANDO BASTA É BASTA MESMO! JOYCE DAMY MOBLEY

11/06/2010

Há momentos especiais na vida de todas as pessoas; interessante é observar quando momentos especiais acontecem em duas vidas que se encontram, e se encontram nesse mesmo momento.
Havia, quando eu criança, um seriado: “Perdidos no Espaço”, eu, como quase todas as crianças, o adorava. Não me recordo o nome do robô, nem sei se o robô tinha algum outro nome que não fosse Robô.

O que importa é que ele balançava os braços para todos os lados, como esses enfeites de posto de gasolina que sacodem o corpo e os braços ao sabor do vento; devo dizer que na sua rigidez corporal – devia ser feito de lata, ferro, ou sei lá que material mais rijo e nobre, o robô sempre gritava diante das ameaças: PERGIGO! PERIGO! PERIGO! E, embora ele invariavelmente estivesse certo, poucas vezes prestavam atenção aos seus sinais de “pisca alerta”.

Fazia parte do filme, parte do clima, da emoção, ignorar os avisos de perigo, perigo, perigo?
Retomo o post anterior, e o faço por vários motivos:

1- Há pedidos difíceis de serem decifrados.
2- Pedidos de decifra-me ou te devoro.
3- Alertas claros e até musicados como: Deixa em paz meu coração. Ele é um copo até aqui de mágoa, e qualquer desatenção; faça não… Pode ser a gota d’água.
4- Há momentos em quê duas pessoas estão a viver simultanemente seus “turning points”. Momentos especiais como descrevi num dos capítulos de Caminhos Para o Grande Lago: na vida, muitas vezes, não há tempo para vírgulas.
5- Há pedidos que são mais do que pedidos são um alerta para recuarmos até um momento mais propício, o I-Ching está repleto desses momentos.
6- Há momentos de perigo, perigo, perigo, em que as pessoas deveriam prestar mais atenção, pois atrás deles chegam confusões que não estavam programadas; ou cujo alcance não foi imaginado.
7- Quem perde com isso? Todos, ninguém, talvez até cresçam alguns passinhos no caminho da conscientização e crescimento e aperfeiçoamento humano.

Semana passada, não me recordo quem, mas foi no post sobre Lilith, alguém fez um comentário sobre querer despertar, ou como se fazia para despertar Lilith dentro de si. Respondi que todos nós temos Lilith e Eva dentro de nós, não apenas mulheres, mas também homens; trata-se de um arquétipo.

Conta uma das lendas sobre o escorpião, que ele convida uma rã para atravessá-lo para o outro lado do rio, mas a rã declina por saber que ele a picaria e ela morreria. O escorpião responde que não faria isso, pois se a picasse ele também morreria – visto não saber nadar. A rã acredita no que parece lógico e, uma vez que a vida do escorpião depende dela, sente-se segura para a travessia, e diz: Estou mesmo indo para o outro lado, então suba que eu o levo.

Neste momento faço uma pausa para analisar a rã:

1- Porque ela o leva?
2- Por ser boazinha?
3- Por necessitar da aventura de estar tão perto de algo como um escorpião e ainda ter o poder de lhe dar a vida?
4- A rã estava entediada?
5- Pensou conhecer o bastante do escorpião, conhecimento este que se resumia à: ele depende de mim? E dependia, mas…
6- A rã precisava de uma aventura e escolheu o escorpião para lhe proporcionar a emoção do perigo, perigo, perigo?
7- A rã precisava do escorpião para viver aquele momento?

Anyway, quando rã e escorpião estão na metade da travessia, ele a pica… Ela olha para ele e diz: Mas assim você também vai morrer… E ele responde: Estarei cumprindo o meu destino.

Retomando, e interligando os diversos pontos levantados neste post:

Assim como o perigo, perigo, perigo, do robô era sempre ignorado para trazer maior emoção……………. (pode completar como quiser). Assim como a rã precisava do escorpião………………….. (e pode completar mais uma vez). Assim como Lilith lutou pelos seus direitos e não foi ouvida, e……………… (Please complete).

Era da natureza do robô gritar o alerta, mas houve um capítulo em que ele se negou a gritar o: PERIGO. PERIGO. PERIGO. Consequentemente houve uma grande confusão, mas em se tratando de um robô: bastava colocar algum óleo, ou apertar alguns parafusos e afrouxar outros

Era da natureza da rã não carregar o escorpião, mas ela o fez…
Não posso deixar de pensar sobre o que o escorpião faria, se a rã não tivesse usado como argumento algo que se lhe reafirma a natureza de escorpião.

Era da natureza de Lilith querer o conhecimento, e ser livre…
Transformar-se em um demônio, segundo algumas interpretações, foi cumprir o seu destino de ser feita da mesma matéria que Adão, e, se Adão é imagem e semelhança de Deus, também ela o foi durante um tempo de escolha, ou falta de escolha; aceitação da realidade de ser igual, mas menos igual por ser mulher…

Todos nós carregamos: Eva, Lilith, Rã, Escorpião, Robôs que gritam perigo e não são ouvidos, e também vivemos cercados de pessoas que confiam demasiadamente em suas prioridades; é a certeza de poderem apertar parafusos, domesticar naturezas, levar os outros ao limite dos limites e ainda (ingenuamente) acharem que podem arcar com o que vem pela frente.

Na verdade ignoramos o que vem pela fente… Podemos consultar os astros, as cartas, as runas, as bolas de cristal, um Pai de Santo, Rabino, Papa, os exorcistas do Didi Macedo, e -ainda assim – só teremos uma leve ideia , pois -quando se trata de pessoas- elas podem ir muito , mas muito, além do que quaisquer instrumentos possam vislumbrar.

Lilith sabia o que viria… O escorpião sabia o que viria… A bondosa rã dizia não saber, talvez não soubesse mesmo, mas preferiu brincar e…

Nossos atos, escolhas, atitudes, assim como nossos estados emocionais somados ao estado emocional do outro, podem gerar consequências indesejáveis e evitáveis.

Podemos cruzar com pessoas, que estão tão saturadas, que em determinado momento se transformam e Lilith, (na leitura de quem escolhe ir para o éter, transformar-se em um “demônio”, mas não se submeter); podemos encontrar alguém que esteja em um momento escorpião: eu afundo, mas você vai junto!

Podemos mesmo nos enganar ao pensar que essas pessoas não têm o poder de nos afundar… Em se tratando de turning point, tenho minhas dúvidas, principalmente em relações próximas, ou relações que já foram próximas, pois há sempre algo que não deveria aparecer, mas aparece, e então nos surpreendemos:

Como você fez isso? Invariavelmente a resposta é: Aprendi com você e é aqui que lhe dói, este é o seu calcanhar de Aquiles.

Por mais que nos pareça difícil -quando estamos diante de nossos turning points- é preciso perceber se o outro também está a viver o próprio turning point.

Ter calma e carinho com o outro nos garante viver nossas mudanças com calma, equilíbrio, harmonia, em relação a nós e ao outro.

Particularmente não acredito em demônios. Deus -que para mim é o Universo- não criaria um demônio, ao menos não nas formas como os desenham, nos modelos que usam para assustar criancinhas, não com a função nos obrigar a sermos falsos para não perdermos a garantia de um pedacinho, do pedacinho, do pedacinho, do paraíso.

Paraíso e inferno moram dentro de nós, dentro de todas as pessoas, estão presentes na vida.

As nove palavras do post anterior também se aplicam a este… Volto a afirmar que tantas coisas podem ser evitadas se vivermos as nove palavras. Encurralar as pessoas não é uma boa escolha; nunca é, mas às vezes esse “nunca é”, é mais “nunca é” do que em vários outros momentos.

Escorpião também é um arquétipo, e todos o temos dentro de nós. Os opostos vivem dentro de nós, nossa capacidade criativa e destrutiva são, até certo ponto, escolhas que fizemos em algum momento de nossas vidas…

Vivo a ouvir, e dizer, quê: escolhas são livres e se transformam;é verdade! Devemos contar que em algum momento, algum inexplicável momento, as pessoas podem retomar “escolhas sombras” que sempre estiveram dentro delas, pois luz e sombra vivem porque nós vivemos.

Escolhemos transformar nosso lado sombra ao sublimá-lo e fazermos a Luz ao conectá-lo com o nosso lado Luz, sim: Luz precisa de um pólo negativo e positivo para produzir luz. Não é negando um dos lados que produzimos tanta energia, tanta luz, tanta criatividade; tudo isso depende do que se produz com a matéria.

Esta mesma frase que conclui o post “Saber Ouvir”, fecha lindamente “Quando Basta é Basta Mesmo!”:

Albert Schweiser diz que o verdadeiro valor de um homem não pode ser encontrado nele mesmo, mas nas cores e texturas que faz surgir nos outros…

Abraços e brisas perfumadas.
A-hammm
Joyce Mobley
CRT 42510

PS: Este é outro seriado da minha infância. Não iria colocar algo tão óbvio como o robô de perdidos no espaço… Hoje li um email que falava sobre o Pequeno Príncipe… Sempre detestei aquela frase: Tú é responsável por tudo o que cativas… Yércow! Aliás, em Íbora, caminhos Para o Grande Lago há um capítulo inteirinho dedicado à frase…

O tanto quanto detesto essa frase, detesto a comodidade da palavra CULPA, principalmente quando ela toma o lugar de RESPONSABILIDADE! Ideiazinha mais reducionista, mais Judaica-Cristã! Interessantíssimo perceber iniciantes que tentam ver-se livre das culpas, mas ainda não aprenderam o significado de responsabilidade…

Somos responsáveis por algo que é mais profundo do que essa baboseira romântica: nossos atos e suas inevitáveis consequências! Amor é como a chuva que tanto amo… Chega para umas águas e parte. Cada um que o viva intensamente, lindamente. Que cada um ame e se ame bonito, porque amar é muito, mas muito bom!

Atos, atitudes, palavras escritas (têm valor), visto quê as palavras faladas já não seguem códigos de honra, uma lástima! Whatever, palavras têm consequências, assim como atos, atitudes, principalmente quando as julgamos sob o prisma equivocado. Escrevi, mas… Mas? Mas!

Na época de meu avô, homem de honra, a palavra falada bastava, hoje é a palavra escrita que tem valor, principalmente se o valor for judicial.

Nem tudo na vida pode ser reduzido à ingenuidade, ou credulidade, do “Pequeno Príncipe”. Culpas são questões de igrejas, responsabilidades passeiam por outras searas; uns passam ilesos aqui, mas não passarão por toda uma vida.

Para terminar, também citado em Íbora: “Mostros e fantasmas existem, vivem dentro de nós, e às vezes vencem”. Minha homenagem aos Montros, internos, externos, e aos Monstros, adorável seriado, em que as personagens compreendiam o mundo como diferente deles, e não eles diferentes no mundo (isso é fantástico); o mais fantástico é que todos nos percebemos da mesma foma. Cresce o Lobo que mais alimentamos.

Beijosssssssssssssssssssssss

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10 Comentários leave one →
  1. leticia permalink
    13/06/2010 4:06 pm

    Obrigadão pelo Help Joyce

    Tenho olhado a situação a distância mesmo,qualquer miníma coisinha já vejo quais são as consequências lá na frente e penso se quero enfrentá-las.
    De verdade de verdade? Não quero passar por NADA que me faça sofrer,hoje mais doque nunca quero rir demais…

    Amei o seu e-mail

    Bjinhos Le

    • 13/06/2010 5:21 pm

      Oi Le querida!
      Fico super feliz por você haver pensado melhor, e decidido o que é realmente bom para você.
      Dor é tão inevitável quanto bem estar… Certo é que vamos sofrer muitas vezes na vida, mas também sentiremos paz, realização, alegria, confiança em nós e nos outros.
      Todos os dias a vida nos oferece milhões de oportunidades de crescimento; até mesmo as situações difíceis nos apontam caminhos… Somos nós, por mais incrível que possa parecer, que elegemos o que vamos alimentar, o que vamos escolher, e como vamos desenhar nossos caminhos.
      O e-mail é como tantos outros que lhe enviei à cada pedido seu por HELP, mas a maturidade da escolha é sua. Acho que seu primeiro email data de um ano atrás… Era uma menina, nem tão menina, com grande dificuldade de encarar a vida de frente, de levantar e fazer escolhas, quase sempre a se esconder atrás de sua mãe… Hoje vejo uma mulher cursando uma faculdade, fazendo escolhas conscientes, e o melhor: Não se deixando seduzir por reflexos fantasmas!
      Super carinho por você, beijos para Mama Guida, abraço rodado na maninha (4 anos? 5?).
      Abraços de brisas perfumadas.
      A-hammm,
      Joyce Mobley

  2. Leticia permalink
    12/06/2010 8:13 pm

    Oi Joyce,saudades!

    Adoro todos os seus textos

    Me explica uma coisa?

    “acharem que podem arcar com o que vem pela frente”

    O que é mais “feio”?

    Não conseguir arcar com as consequências, ou recuar por temer enfrentá-las?

    Sei lá to numa dúvida cruel,se avanço ou se recuo.

    Bjinhooooo [:)]

    • 12/06/2010 11:23 pm

      Não sei se colocaria como “feio”… Recuar é sábio quando não estamos preparados para uma ação, e implica num excelente exercício de humildade. Recuar deve ser feito sempre que nos damos conta de que estamos errados, ou sendo injustos com o outro, e com nós mesmos.
      Medo é um mecanismo de defesa e quando ele aparece está a nos dizer que deveríamos estar mais atentos. Se não tivéssemos medo não sobreviveríamos nesta Terra… No mínimo seríamos atropelados ao atravessar uma simples rua.
      Devo, entretanto, chamar a atenção para os medos patológicos que são sintomas de: Síndrome do Pânico, Fobia social, Depressão, Luto, ETP, e tantas outras…
      Retomando a frase: “achar que se pode arcar com o que vem pela frente”; talvez possa, mas na maior parte das vezes nossa visão é bastante restrita porque, por melhor enxadrista que se seja, perceber o outro como todo, ou o outro em determinados momentos da própria vida, é quase impossível.
      Se retomarmos a SP (p.ex:), há um detonador… Há um momento em que a primeira crise acontece e as pessoas passam a associar a crise à situação, ou lugar, ou… Enfim, é comum tentar evitar todas as situações que possam relembrar a, ou as crises, porque nunca fica em apenas uma crise.
      Okay, voltando para você, ou ao menos para a sua frase: “duvida cruel, se avanço ou recuo”… Temos em nosso cérebro uma amígdala que é responsável por decisões rápidas frente ao perigo; também podemos chamar, traduzir, como reação ansiosa e impulsiva, e essas reações raramente são as mais adequadas… Até mesmo os animais brincam de morto para decidir se enfrentam, ou recuam.. Felizmente nosso cérebro também tem uma áreas que parecem funcionar como um amortecedor (atrás da testa), o córtex pré-frontal que “sufoca”, “controla”, os estímulos enviados e os traz mais para perto da razão.
      Isso tudo só para lembrar que você tem as duas coisas, e, neste momento, parecem estar tentando levá-la à escolha mais correta e menos impulsiva… Dê um tempo para você mesma e tente olhar a situação de uma certa distância… Não se apresse, apenas amadureça o que você está sentindo e escolha com todos os seus poros e partes disponíveis no seu cérebro.
      Beijossssssssss e estava com saudades.

  3. 11/06/2010 7:52 pm

    ola joyce
    que prazer voltar a re-ler seus posts
    palavras sabias
    bjs

    • 11/06/2010 8:08 pm

      Oi Luz da Lua querida!
      Quanto tempo! Veio voando a abril até aqui, ou mudou-se?
      Saudades de você, e dá um beijinho cheio de carinho nas suas princesas.
      Abraço super carinhoso-Joyce Moonlight, as you.
      ps: A lei tríplice anda a passear por todos os meus poros! Foi isso que a trouxe?

      • 12/06/2010 1:19 pm

        voltei a minha comunicaçao exterior, estou na abril mas a procurei ate encontra-la, adoro sua visao sobre fatos e sentimentos.
        a lei triplice?? hum… essa esta se fazendo bem presente, e como ignorancia é uma dadiva e essa dadiva procuro nao ter estou bem ciente do porque estou passando por certas situaçoes…, na primeira vez voce me encontrou nao poderia deixar de encontra-la agora… porque? brisas perfumadas me fazem bem. saudades beijos e bom fim de semana

        • 12/06/2010 3:10 pm

          Às vezes precisamos de um longo retiro para o interior; é quando nos purificamos do excesso de informação do mundo externo impregnado de razões , que nem mesmo a razão seria capaz de suportar a rasteirice da lógica. Adorei rasteirice…
          Yes, a Lei Tríplice deve sempre passear por todos os nossos poros, fazer parte de nós, ser mais do que algo a ser lembrado, tem que ser incorporada.
          Fico feliz em vê-la de volta e estou certa de que enriquecida depois desse longo exílio.
          Escolhi o exílio como caminho de vida, e gosto dele, é como me sinto mais preparada para fluir nas palavras e tocar as pessoas que jamais vejo, mas as sinto em mim; é desse contato que brota a palavra.
          Óbóvius éstis que ela também me escapa, mas volta, sempre volta. Dá uma lida em: Para Janete Mobley – Joyce Mobley.
          As paixões das pessoas, quando estou despreparada, me perturbam, mas assim que percebo de onde vem a estranha energia: retomo meu eixo e de pronto me coloco mais firmemente sob o manto da lei.
          A Lei Tríplice ou Lei de Três, comumente usada na Wicca, é a única lei desta religião, que dita: “Tudo o que fizeres voltará em triplo para ti”, sendo aplicada tanto na própria execução da mesma, quanto nos aspectos gerais da vida. Normalmente, o bruxo praticante da wicca usa esta regra no dia-a-dia, associando-a a um meio de vida. Um exemplo no dia-a-dia não somente do praticante Wicca, é se você der amor, terá amor triplicado. Se enviar negatividade, terá negatividade triplicada.
          Um wiccaniano tendo em mente a Lei Tríplice, ou Lei de Três, tem consciência dos seus atos para não praticar algo prejudicial a outra pessoa ou ambiente, pois este sabe que receberá a consequência de seus atos triplicado. A Lei Tríplice é a “lei da magia” mais famosa que existe na comunidade Wicca, pois esta “limita” os praticantes de cometerem atos ilícitos a si e aos outros. Ligada a esta, está a Lei de Ouro: “Faze aos outros o que queres que te façam”, lembrando uma menção famosa: “Ame o próximo como ama a ti mesmo”
          http://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_Tr%C3%ADplice

          Vamos ver o que surge deste nosso reencontro. Pode estar certa de que aqui estarão meus abraços de brisas perfumadas.
          A-hammm e um lindo final de semana pra você e para as princesas.

  4. Janaína permalink
    11/06/2010 7:50 pm

    Tudo que escreveste aqui fez um sentido enorme p/ mim;
    Não somos responsáveis pelo que cativamos , por que não depende só de nós e sim do que está do outro lado,pode ser pessoas ou destino etc…
    Lado luz e sombra todos nós temos, e concordo com vc que oque mais cresce é aquele que alimentamos.
    Eu acho uma perda de tempo alimentar sombra,sombração kkkkkkk…

    Beijos

    • 11/06/2010 8:12 pm

      Me cansa um pouco alimentar a sombra, mas somos feitos das duas essências…
      Recentemente li uma frase de Lispector: Os meus defeitos, quero-os TODOS! Nunca sei quando deles posso precisar. Um grande amigo me disse: Quando éramos crianças não admitias que te olhassem os calos, pisá-los seria fatal!
      É interessante como a vida nos leva a viver coisas que nos fazem relembrar quem somos, e de quê qualidades somos feitos.
      Beijosssssssssssssssssss

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